Pois é. Minhas passagens por aqui de irregulares passaram a escassas e quase nenhuma ultimamente. A vida que segue off line, as redes sociais que fazem a gente postar o imediatismo e por ai vai. Podem me encontrar agora aqui : http://www.testdrivemami.com/search/label/Equipe .
Quem sabe retomo o hábito de postar por aqui também.
Assunto não falta.
Hasta la vista, como dizia um amigo!!
Motherfacts _Diário de uma mãe a beira de um ataque de nervos
Relatos das gracinhas, dilemas e informações sobre o mundo materno, lembrando das múltiplas faces da mulher que cuida, mas que não pode se descuidar. Ser mãe é bem mais que trocar fraldas.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
UTILIDADE PÚBLICA - repassando release
Agenda: Evento gratuito esclarece dúvidas sobre o Câncer
Público terá a oportunidade de questionar sobre a doença e se informar sobre tratamentos, novidades tecnológicas e formas de trazer qualidade de vida para o tratamento
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Um hi5 para você João
Pois é filho, aqui de novo para te dar parabéns. Tenho vindo pouco aqui para registrar suas gracinhas, aprendizados e tudo mais que tem passado muito rápido. São cinco anos daquela tarde calorenta, eu parecendo uma bola de praia, inchada claro, de cesárea desnecessárea marcada para que seu pai pudesse estar presente desde seu primeiro segundo de nascimento, mas nada disso me preocupava.
Vou lembrar para a eternidade a primeira imagem que tive ao te ver. Bocona vermelha, mãos enormes e uma lágrima correu de meus olhos. ( sou durona, não teve berreiro).
Sou outra pessoa desde que vc nasceu e esses cinco anos são outra vida para mim. Não vou dizer que você é o meu maior amor, porque amor de mãe é diferente de amor de esposa, de amor de filha, amores enfim, completamente diferentes e que não tenho que fazer um ranking. Amo e pronto.
Ainda tenho muito que aprender como ser humano e você já me ensinou muito. Peço perdão por todas as vezes que não tive paciência, que não soube entender suas necessidades, que errei e fui injusta. Quero te ensinar isso também. Sou ser humano e vai ser dos meus exemplos que formarei seu caminho para vc conseguir escolher o seu melhor na vida adulta e quando a gente erra, não se envergonha e pede desculpas e não erra o mesmo erro de novo.
Você é meu anjinho, o super esperto, inteligente, ao mesmo tempo um bebezão puro que é dengoso que não posso mais apertar o pézinho que já calça quase o número 30.
Sou abençoada por ser sua mãe e espero merecer seu afeto cada dia mais, errando menos e te preparando para o mundo, te fazendo forte, porque é desse jeito que sei te amar. Posso te ajudar a fazer as coisas, mas me recuso a te mimar, porque sei que não é assim que te preparo para a vida, que não tem moleza. Meu jeito de te amar é te ensinar a usar as ferramentas para vc encontrar a sua felicidade, não criar um mundo fantasioso onde tudo é lindo, pode tudo, para depois descobrir que não é assim.
te amo muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito
mamãe
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Parto do princípio que...
O parto. Sim, o começo de uma família, de uma nova vida, de tudo, inclusive de gente ditadora de regras. Falo do parto, porque a gestação é um outro momento, com outras emoções, outras tantas histórias que posso contar aqui, mas não é o foco de hoje.
Só posso falar da minha história, porque é da qual eu vivi, senti e que, minhas decisões repercutem na minha vida, de mais ninguém da internet, por assim dizer.
Passei a gestação toda do primeiro filho sendo a mais cuidadosa possível. Não passava nervoso, sobrevivi a 3 super gripes sem sequer paracetamol, nada de álcool, comida direitinho (apesar de muita, rs), exames todos ok. Pesquisava semana a semana nestes sites que grávida adora cada milímetro que crescia ou cada grama que engordava e não parei para pensar que parto eu teria, simplesmente porque era natural para mim: se entrou, tem que sair e meu corpo não me sinalizou nada sobre qual tipo seria.
Não sou médica, mas tenho discernimento para escolher um bom e segui as orientações direitinho.
Somente no último ultra a notícia que o cordão estava enrolado. Eu, leiga, achei que não teria problemas em fazer cesária e nem cogitei que daria para ser parto normal e insistir em um risco desconhecido e desnecessário. Pode ter faltado informação sim, mas porque eu vivi minha gestação, mas minha gestação não foi uma obcessão, eu tinha outras coisas para pensar além dela.
Não pensei em nada além de que meu filho, tão amado, viesse em segurança ao mundo. Não sei como é um trabalho de parto, mas se for igual dizem que é a crise renal que tive, dispenso. Marquei sim, porque meu marido precisava dar uma data para sair de férias para cuidar de mim nos primeiros dias. Ou vc acha que o RH dá férias a qualquer momento, assim que a bolsa estoura? Pensei nisso sim. O que seria melhor, um RN com uma recém mãe também com ajuda ou sem? E assim foi.
Em nenhum momento me senti derespeitada ou qualquer coisa negativa no meu parto e a primeira imagem do meu filho depois de fora, isso é a melhor emoção e que ninguém, nunca, vai tirar de mim.
Beleza, a rotina de RN é puxada e tal e pensei: fiquei na curiosidade de como é ter um parto normal, mas também não tenho traumas da cirurgia (que muita mulher tem normal de puro medo de ser cortada e não por causa de consiciência etc.)
Engravidei de novo e pensei (sim, eu penso muito) quem sabe agora, poderia viver a experiência? A GO já logo falou que tinha o risco da cicatriz da primeira cirurgia romper durante o trabalho de parto, ou seja, teria que ser de novo cesária. Fiquei com cara de "fuén", mas não sofri com isso.
Queria o que, que eu arriscasse ter complicações e com 2 crianças ( um RN e um de 1a8m) para eu cuidar, toda ferrada? Claro que avaliei e não quis correr riscos. Falo do que eu considerei risco. Sei de casos bem-sucedidos, mas isso foi depois e escolhi, sim, não escolheram por mim. Deram a info e eu decidi.
Não contesto que cesária tem riscos, aliás como toda cirurgia, mas não vejo ninguém questionar outras especialidades médicas e peitar o médico no diagnóstico. Acata-se e pronto.
Os que defendem o parto normal têm argumentos que concordo. Eu queria PN, mas só não transformo isso numa inquisição. Tem gente muito legal, que carrega essa bandeira e que respeito pela coerência. Só acho que o assunto, o foco é informação, para aquelas que querem engravidar ou ainda estão grávidas, para que tomem suas decisões com a maior quantidade de informações e se mesmo assim escolher a cirurgia sem "precisar" é a vida dela, não a minha.
O que caaaaaaansa é essa coisa sem sentido de paridas e operadas ficarem de picuinhas de que eu sou melhor, mais gostosa, só como orgânico e o principal, a hipocrisia de ficar com dedo apontado para quem muitas vezes a gente mal conhece.
Gente, o que me irrita não é o cabo de guerra de ideias ( também, vai), mas a criancice de ficarem praticando a intolerância. Beleza, vc teve mais info que eu e pariu, teve estrutura para isso, seus motivos, ótimo.Mas, isso não te faz melhor que eu, nunca, até pq tb não sou melhor que ninguém.
Esse ponto de vista tb vale para amamentação, chupeta, andador, escola, roupa e tudo mais que implicar em vc falar do outro sem conhecer.
Quem defende a liberdade da escolha tem que respeitar quando a feita pelo outro é diferente da sua opinião. Falar que a outra foi enganada, pode até acontecer, mas saiba de cada contexto antes de falar, porque falar ao léu é subestimar a inteligência alheia, no mínimo. E vou parar por aqui porque essa história não termina nunca. rs.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Devaneios
Quando a gente está com um RN no colo pensa que a fase mais difícil da maternidade é aquela. Não é mesmo. Quando eles crescem, além dos cuidados com alimentação, saúde, a gente tem que se preocupar também com o psicológico dos pequenos e é aí que engrossa o caldo.
A gente passa a avaliar o que precisa passar de valores a eles para que sejam pessoas bem resolvidas no futuro, seguras, proativas e todas aquelas qualidades para criar um ser humano do bem e descobre que é preciso muito mais que teorias e palpites, mas de exemplos em casa. Como fica quando você se vê precisando de muito autoconhecimento e sabe que aquilo que quer para eles nem sempre tá 100% com você. Como ser exempl? Só na teoria, do faça o que eu digo?
Claro que não. Ter filhos é a oportunidade de continuar aprendendo, só que desta vez, com pessoas mais novas que você.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Volta em looping
A vontade de postar voltou. Muita coisa muda na vida, todos os dias. Aqui não é diferente. Sejam desabafos ou coisas engraçadas que os meninos aprontam, aqui é o lugar. Não quero ser polêmica, mas se tiver que ser, serei. Nada de mimimi. Não vou falar bem do que não gosto só por dinheiro, nem mal do que acham mainstream, só pq a maioria pensa assim. É meu canal, além do 140 caracteres frenéticos do meu dia-a-dia.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
João fez 4 anos.
Ensaiei bastante para escrever este post, João. Parece que foi ontem que nasceu e vc já está com 4 anos. Tão lindo, tão independente, tão inteligente ( e eu tão imparcial). E eu, ainda aprendendo a ser mãe, aprendendo com vc, em constante transformação.
Meu primeiro instinto com vc bebê era de ficar te contemplando o tempo todo, cuidava tão bem e me descobri outra pessoa. Assim como seu pai apareceu na minha vida para dar sentido, meu amor só aumenta.
Erro, na vontade de acertar. Quero tanto que vc seja bem resolvido, educadinho, limpinho, responsável, que te sufoco, te reprimo, peso na mão, mas to melhorando viu filho. Quero aprender a brincar de alien, de pega pega, de fazer vc se acabar de rir de tanta cócegas.
Temos ainda um longo caminho e ainda muito o que ensinar e aprender um ao outro. To adorando sua fase Édipo, que me bajula mesmo quando te dou bronca. É aproveitar cada dia mais conviver com vc, curtir e valorizar essa benção que vc é, claro que seu irmão é tudo isso Tb, mas este post eu fiz pra vc. Mamãe te ama taaaaaaanto.
E ainda tenho tanto a te dizer e a vivermos juntos.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Boa ideia que podia se estender a outros públicos - Tip Top inaugura loja com fraldário
A Rua Oscar Freire conta agora com um ambiente para atender as mamães e os bebês da região
Referência nacional em vestuário infantil ( de preço também,. rs), com foco em roupa para bebês, a Tip Top inaugurou na última semana uma loja na badalada Oscar Freire, tradicional rua da capital paulista conhecida pela concentração de grifes ( caras).
Com investimento aproximado de R$ 1,5 milhão, a unidade da Oscar Freire será diferenciada das demais, contando com serviços como fraldário, banheiro e local para alimentação das crianças. A ideia é que o espaço sirva de ponto de apoio para as mães que frequentam a região, não apenas clientes.
“A unidade da Oscar Freire chega para coroar nosso momento. Começamos como uma empresa industrial, porém, entendemos que marcar presença no varejo de forma estruturada será a chave para o sucesso dos próximos anos”, afirma David Bobrow, presidente da companhia.
A Tip Top vai completar 60 anos em 2012 e está passando por profundas transformações. A principal delas é o fortalecimento do canal loja própria, projeto iniciado em 2008 com a adoção do modelo de franquias. Hoje são 40 lojas abertas, com previsão de encerrar 2011 com 55 pontos nos principais shoppings do País. E a meta é chegar a 100 até o final de 2013.
Por se tratar de um ponto diferenciado e com potencial de projetar a marca nacional e internacionalmente, a loja será administrada pela franqueadora.
O projeto arquitetônico é assinado pelo escritório Falzoni & Alves Lima, especializado em varejo, e o objetivo foi valorizar conceitos da marca como conforto e alegria.
Serviço:
Tip Top da Oscar Freire
Endereço: Rua Oscar Freire, 691 – São Paulo – SP
Fonte: Assessoria de Imprensa
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Sim, é possível educar sem palmadas
É certo que a educação é um processo longo e exigente, para o qual não há receitas prontas, mas a leitura desta obra pode ajudar os pais nesta difícil tarefa e garantir-lhes que é possível oferecer às crianças as condições adequadas para que se desenvolvam plenamente e se transformem em pessoas de bem.
Diante do projeto de lei 2.654/2003, que estabelece o direito da criança e do adolescente a não serem submetidos a nenhuma forma de punição corporal, com certeza muitos pais devem ter-se questionado se é mesmo possível educar sem palmadas. E foi aberta mais uma polêmica, afinal, a educação dos filhos não é exatamente um ponto de consenso entre os pais, nem sequer entre especialistas nos dias de hoje. A doutora em Psicologia, Luciana Maria Caetano, considera que, para responder realmente a questão, é preciso falar sobre autoridade, regras, limites e formas de educar.
É o que ela faz na obra "É possível educar sem palmadas?", um lançamento de Paulinas Editora. Mas deixa claro que respostas definitivas não serão encontradas no livro, pois não há receitas prontas. Estudiosa das relações entre pais e filhos e das fases do desenvolvimento cognitivo, afetivo, moral e social da criança e do adolescente, Luciana se propõe a ajudar os pais. Acredita que é possível oferecer às crianças as condições adequadas para que se desenvolvam plenamente e se transformem em adultos solidários, respeitosos, ignos e, especialmente, felizes; e humanos o suficiente para fazerem a diferença na construção de uma sociedade mais justa.
Para fazer valer sua crença de uma educação como processo de humanização, com amor suficientemente expresso em atitudes, desejos e palavras, a psicóloga fundamenta-se em exemplos verídicos para discutir os principais problemas e dúvidas vividos por pais e mães no dia a dia diante da desobediência ou da rebeldia dos filhos; e expõe princípios e orientações fundamentados em pesquisas da Psicologia e da Pedagogia contemporâneas, preocupando-se em traduzi-los para uma linguagem simples, de modo a auxiliar os pais a refletirem sobre como construir o próprio modo de educar pautando-se em valores e princípios éticos necessários e fundamentais.
Título: É possível educar sem palmadas?
Autora: Luciana Maria Caetano
Ilustrador: Jótah
Coleção: Crescer em Família
Preço: R$24,70
LUCIANA MARIA CAETANO é doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo, professora
universitária, palestrante e trabalha com orientação a pais e mães. Há dez anos realiza pesquisas e estudos científicos a respeito da participação dos pais e da família na formação e educação das crianças e das relações de obediência, justiça, respeito e autonomia. É autora de outros livros publicados por Paulinas Editora, entre eles: O conceito de obediência na relação pais e filhos, Dinâmicas para reunião de pais, Temas atuais para formação de professores. Seu endereço é: luciana.caetano@hotmail.com.
** Fonte: assessoria de imprensa
Diante do projeto de lei 2.654/2003, que estabelece o direito da criança e do adolescente a não serem submetidos a nenhuma forma de punição corporal, com certeza muitos pais devem ter-se questionado se é mesmo possível educar sem palmadas. E foi aberta mais uma polêmica, afinal, a educação dos filhos não é exatamente um ponto de consenso entre os pais, nem sequer entre especialistas nos dias de hoje. A doutora em Psicologia, Luciana Maria Caetano, considera que, para responder realmente a questão, é preciso falar sobre autoridade, regras, limites e formas de educar.
É o que ela faz na obra "É possível educar sem palmadas?", um lançamento de Paulinas Editora. Mas deixa claro que respostas definitivas não serão encontradas no livro, pois não há receitas prontas. Estudiosa das relações entre pais e filhos e das fases do desenvolvimento cognitivo, afetivo, moral e social da criança e do adolescente, Luciana se propõe a ajudar os pais. Acredita que é possível oferecer às crianças as condições adequadas para que se desenvolvam plenamente e se transformem em adultos solidários, respeitosos, ignos e, especialmente, felizes; e humanos o suficiente para fazerem a diferença na construção de uma sociedade mais justa.
Para fazer valer sua crença de uma educação como processo de humanização, com amor suficientemente expresso em atitudes, desejos e palavras, a psicóloga fundamenta-se em exemplos verídicos para discutir os principais problemas e dúvidas vividos por pais e mães no dia a dia diante da desobediência ou da rebeldia dos filhos; e expõe princípios e orientações fundamentados em pesquisas da Psicologia e da Pedagogia contemporâneas, preocupando-se em traduzi-los para uma linguagem simples, de modo a auxiliar os pais a refletirem sobre como construir o próprio modo de educar pautando-se em valores e princípios éticos necessários e fundamentais.
Título: É possível educar sem palmadas?
Autora: Luciana Maria Caetano
Ilustrador: Jótah
Coleção: Crescer em Família
Preço: R$24,70
LUCIANA MARIA CAETANO é doutora em Psicologia pela Universidade de São Paulo, professora
universitária, palestrante e trabalha com orientação a pais e mães. Há dez anos realiza pesquisas e estudos científicos a respeito da participação dos pais e da família na formação e educação das crianças e das relações de obediência, justiça, respeito e autonomia. É autora de outros livros publicados por Paulinas Editora, entre eles: O conceito de obediência na relação pais e filhos, Dinâmicas para reunião de pais, Temas atuais para formação de professores. Seu endereço é: luciana.caetano@hotmail.com.
** Fonte: assessoria de imprensa
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Veridiana Toledo apresenta comédia sobre gravidez
“Meu Trabalho é um Parto” estreia amanhã (05/08/11), no Teatro União Cultural
As delícias e loucuras da gravidez, fase tão mágica quanto neurótica para qualquer mulher, são os temas da peça “Meu Trabalho é um Parto”. O monólogo cômico, escrito e interpretado por Veridiana Toledo, estreia amanhã(05/08/11), no Teatro União Cultural, em São Paulo. Alterações físicas e hormonais, enjôos, simpatias, desejos exóticos de grávidas, mulheres em estado interessante e à beira de um ataque de nervos, viram matéria-prima para o riso.

Em todas as religiões e culturas, a mulher é tida como sagrada pela capacidade de gerar uma vida, mas essa espera é marcada por fortes emoções e tensões. Não é à toa que, em espanhol, “embarazada” signifique estar enrolada, presa em uma teia de aranha. Prêmio FEMSA de Melhor Atriz pela peça “A Odisséia de Arlequino”, conhecida dos palcos paulistanos, Veridiana Toledo faz sua estreia em espetáculo solo e interpreta 12 diferentes personagens. No roteiro, estão todas as caricaturas de grávidas possíveis, da grávida enxaqueca, da casta à tarada, da grávida-Fusca à ultra-sensível, que chora compulsivamente, seja pela entrega de pizza errada ou pelos pobres da Etiópia, sem esquecer da executiva grávida, com sérios e imprevisíveis problemas gastrointestinais em meio às mais importantes reuniões de negócios.
A ideia original é da atriz Heloisa Cintra. Veridiana adaptou o projeto da amiga, que participa da peça como diretora, ao lado do experiente Marcelo Galdino, que já dirigiu peças como “Les Demoiselles e “As Mansões Celestes”. Ela resolveu inovar, construindo um roteiro de inspiração cibernética, que reuniu, pela internet, depoimentos de grávidas e ex-grávidas. O principal canal de comunicação foram as mídias sociais, como blogs e o Facebook. “Tive de escolher entre milhares de histórias desse universo lindo, mágico, gordo, faminto, enjoado, sensível, delicado, meigo e gasoso. Sim, o tema flatulência foi o campeão. Foi difícil escolher a história mais engraçada”, brinca Veridiana Toledo, que contou com a consultoria da irmã, a dramaturga Marília Toledo (prêmio Shell pela peça “Amor de Servidão”). O ponto de partida do texto é uma atriz grávida à procura de um emprego. Se todo ator é um “desempregado por excelência” (como alerta ironicamente o texto), competindo com ex-BBB, ex-miss, ex-amante, ex-aluna expulsa de universidade, que chance teria uma atriz grávida? Em roteiro que alterna o cômico com o pungente, “parir” assume o sentido de “estrear um espetáculo”. Requer ensaio, paixão, espera e entrega. Entre risos e revelações, “Meu Trabalho é um Parto” convida os espectadores a refletirem sobre a maior das estreias, a da vida.

Onde:
Ficha técnica:
Sobre Veridiana Toledo:
Aos 34 anos, a paulistana Veridiana Toledo é uma atriz reconhecida pela versatilidade e veia cômica. Formada em Artes Cênicas pelo Teatro Escola Célia Helena, em São Paulo, e pelos institutos londrinos École Philippe Gaulier e Desmond Jones School of Mime and Physical Theatre, a atriz se notabilizou no teatro infanto-juvenil. Em 2009, ganhou o prêmio FEMSA (Fomento Econômico Mexicano S.A.) de melhor atriz, por sua atuação em “A Odisseia de Arlequino”. A peça conquistou prêmios em várias categorias, como de Melhor Elenco da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) e de Melhor Espetáculo Infantil pelo Guia da Folha de S.Paulo. Na televisão, Veridiana participou de novelas do SBT, do teatro Rá-Tim-Bum, na TV Cultura, e da série Mothern, no GNT. No cinema, atuou nos filmes “Nina” (de Heitor Dhalia) e “Cabra Cega” (Toni Venturi). Atualmente, é apresentadora do Lar Express, no canal Bem Simples, da Fox. Em agosto, estará em dois espetáculos, em São Paulo, o monólogo “Meu Trabalho é um Parto” (Teatro União Cultural) e a peça infantil “As Feiosas” (Teatro Eva Herz)
As delícias e loucuras da gravidez, fase tão mágica quanto neurótica para qualquer mulher, são os temas da peça “Meu Trabalho é um Parto”. O monólogo cômico, escrito e interpretado por Veridiana Toledo, estreia amanhã(05/08/11), no Teatro União Cultural, em São Paulo. Alterações físicas e hormonais, enjôos, simpatias, desejos exóticos de grávidas, mulheres em estado interessante e à beira de um ataque de nervos, viram matéria-prima para o riso.

Em todas as religiões e culturas, a mulher é tida como sagrada pela capacidade de gerar uma vida, mas essa espera é marcada por fortes emoções e tensões. Não é à toa que, em espanhol, “embarazada” signifique estar enrolada, presa em uma teia de aranha. Prêmio FEMSA de Melhor Atriz pela peça “A Odisséia de Arlequino”, conhecida dos palcos paulistanos, Veridiana Toledo faz sua estreia em espetáculo solo e interpreta 12 diferentes personagens. No roteiro, estão todas as caricaturas de grávidas possíveis, da grávida enxaqueca, da casta à tarada, da grávida-Fusca à ultra-sensível, que chora compulsivamente, seja pela entrega de pizza errada ou pelos pobres da Etiópia, sem esquecer da executiva grávida, com sérios e imprevisíveis problemas gastrointestinais em meio às mais importantes reuniões de negócios.
A ideia original é da atriz Heloisa Cintra. Veridiana adaptou o projeto da amiga, que participa da peça como diretora, ao lado do experiente Marcelo Galdino, que já dirigiu peças como “Les Demoiselles e “As Mansões Celestes”. Ela resolveu inovar, construindo um roteiro de inspiração cibernética, que reuniu, pela internet, depoimentos de grávidas e ex-grávidas. O principal canal de comunicação foram as mídias sociais, como blogs e o Facebook. “Tive de escolher entre milhares de histórias desse universo lindo, mágico, gordo, faminto, enjoado, sensível, delicado, meigo e gasoso. Sim, o tema flatulência foi o campeão. Foi difícil escolher a história mais engraçada”, brinca Veridiana Toledo, que contou com a consultoria da irmã, a dramaturga Marília Toledo (prêmio Shell pela peça “Amor de Servidão”). O ponto de partida do texto é uma atriz grávida à procura de um emprego. Se todo ator é um “desempregado por excelência” (como alerta ironicamente o texto), competindo com ex-BBB, ex-miss, ex-amante, ex-aluna expulsa de universidade, que chance teria uma atriz grávida? Em roteiro que alterna o cômico com o pungente, “parir” assume o sentido de “estrear um espetáculo”. Requer ensaio, paixão, espera e entrega. Entre risos e revelações, “Meu Trabalho é um Parto” convida os espectadores a refletirem sobre a maior das estreias, a da vida.

Onde:
Teatro União Cultural Brasil-EUA
Rua Mário Amaral, 209 – Paraíso – Tel. 11 2148-2904
Ingressos: Sextas e domingos: R$ 50, sábados: R$ 60
Sextas, às 21h30, sábados, às 21h e domingos, às 20h
Capacidade: 285 lugares
Duração: 60 minutos
Classificação: 14 anos
Temporada: até 13 de novembro
Ficha técnica:
Interpretação e Texto Veridiana Toledo
Direção Marcelo Galdino e Helô Cintra
Cenário e Iluminação Marisa Bentivegna
Figurino Marina Reis
Trilha Sonora Dr. Morris
Direção de Produção Marília Toledo
Idéia Original Heloisa Cintra
Idealização e Produção Geral Maria Lua Produções Artísticas
Sobre Veridiana Toledo:
Aos 34 anos, a paulistana Veridiana Toledo é uma atriz reconhecida pela versatilidade e veia cômica. Formada em Artes Cênicas pelo Teatro Escola Célia Helena, em São Paulo, e pelos institutos londrinos École Philippe Gaulier e Desmond Jones School of Mime and Physical Theatre, a atriz se notabilizou no teatro infanto-juvenil. Em 2009, ganhou o prêmio FEMSA (Fomento Econômico Mexicano S.A.) de melhor atriz, por sua atuação em “A Odisseia de Arlequino”. A peça conquistou prêmios em várias categorias, como de Melhor Elenco da APCA (Associação Paulista de Críticos de Artes) e de Melhor Espetáculo Infantil pelo Guia da Folha de S.Paulo. Na televisão, Veridiana participou de novelas do SBT, do teatro Rá-Tim-Bum, na TV Cultura, e da série Mothern, no GNT. No cinema, atuou nos filmes “Nina” (de Heitor Dhalia) e “Cabra Cega” (Toni Venturi). Atualmente, é apresentadora do Lar Express, no canal Bem Simples, da Fox. Em agosto, estará em dois espetáculos, em São Paulo, o monólogo “Meu Trabalho é um Parto” (Teatro União Cultural) e a peça infantil “As Feiosas” (Teatro Eva Herz)
Fonte: Assessoria de Imprensa
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